As mudanças trazidas pela reforma tributária têm gerado dúvidas legais e operacionais em diversos setores. Como resultado, grandes empresas têm buscado orientações junto à Advocacia-Geral da União (AGU) para obter diretrizes mais claras e seguras.
Empresas cobram maior segurança jurídica
A aplicação da nova estrutura tributária exige que as empresas ajustem suas estratégias fiscais. Dúvidas relacionadas à continuidade de incentivos específicos, ao aproveitamento de créditos acumulados e às normas de transição entre o modelo atual e o novo sistema estão levando companhias a formalizarem pedidos de esclarecimento à AGU. Isso reflete uma crescente apreensão quanto aos efeitos práticos da reforma no ambiente corporativo.
Foco nos créditos e incentivos fiscais
Grande parte das incertezas gira em torno dos créditos de PIS e Cofins que já foram reconhecidos judicialmente. As empresas questionam se esses valores poderão ser compensados com os novos tributos IBS e CBS, como será o ressarcimento dos saldos acumulados e quais benefícios regionais serão mantidos após a entrada em vigor da nova legislação.
Planejamento tributário se torna prioridade
Com mudanças estruturais a caminho, o planejamento tributário passa a ter um papel ainda mais estratégico. A reforma exige revisão de estruturas societárias, regimes especiais e práticas de conformidade fiscal. Empresas que se prepararem com antecedência estarão em melhor posição para reduzir riscos e aproveitar possíveis vantagens do novo modelo.
A implementação da reforma tributária exige atenção especial durante o período de transição, além de análises jurídicas detalhadas e planejamento estratégico. Mais do que nunca, acompanhar as regulamentações complementares e contar com assessoria especializada será fundamental para manter a conformidade e preservar a competitividade no mercado.
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